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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

113 - " Posso fazer-te companhia?"


(Ana)
Eram quase oito da noite, quando entrámos em casa.
- Como correu? Estás bem? – bombardeou a Carlota, assim que cheguei à sala.
- Boa noite também para ti! – atirei.
- O que estás aqui a fazer? – perguntou o Cesc, que estava colado a mim.
- Só vontade de me ver! – resmungou – Como correu?
- Cesc, conta-lhe tudo, enquanto tomo um banho e troco de roupa – pedi.
Ele concordou e eu escapei-me para a banheira.

(Cesc)
Após explicar tudo à Carlota e ouvir todo o tipo de comentários que pudessem sair daquela boca, perguntei-lhe pela Graça:
- Onde está a D. Graça e o Rodrigo?
- Estão em casa da Di. Ela e o Alexis precisaram de sair e a D. Graça foi tomar conta do Thiago, mas ela disse que estaria aqui para fazer o jantar.
- Ah ok e tu…
- Estás à espera que vá embora para te ires enfiar na banheira com a Ana, não é?
- Carlota… - sim, era mesmo aquilo, mas não precisava de admiti-lo em voz alta à minha irmã mais nova!
- Volto daqui a uma hora – disse, levantando-se.
- Para quê?! – esta escapou-me.
- Ui controla o entusiasmo por ires jantar com a tua irmã!
- Queres falar com a Ana sobre o Marcelo… - deduzi de imediato – Que se passou?
- Como tu disseste quero falar com a Ana e não contigo! – atirou.
- Então até logo – disse, empurrando-a para fora, sob as reclamações dela.
Agora tínhamos a casa só para nós… Entrei no quarto silenciosamente e retirei os sapatos para depois me estender sobre a cama. Apetecia-me enfiar-me na banheira com a Ana, mas ela estava com certeza a precisar de um banho regenerador depois de tantas emoções e viagens. Contudo, não resisti a ir espreitá-la. Abri sorrateiramente a porta da casa de banho e encontrei-a de olhos fechados envolta em espuma.
 Aproximei-me e dei-lhe um beijo na testa. Ela não se assustou, simplesmente abriu um sorriso.
- Posso fazer-te companhia? – perguntei, sussurrando-lhe.
Ela abriu os olhos bruscamente.
- Nem penses – refilou – A tua irmã está na sala e a Graça deve andar por aí.
- A minha irmã disse que voltava daqui a uma hora para jantar e a Graça está em casa da Di a tomar conta do Thiago…
- Isso quer dizer…
- Que somos só nós – disse-lhe com um ar provocador.
Ela levantou um pouco a cabeça de forma a alcançar os meus lábios e eu acabei por entrar na banheira completamente vestido.
- Cesc! – refilou.
- O que está feito está feito!
- E agora como tiras essa roupa toda encharcada? – perguntou realmente aborrecida comigo.
- Podias ajudar-me… - sussurrei-lhe.
- Sabes muito tu… Mas vais sair da banheira e tirar essa roupa porque eu duvido que consiga ajudar.
Acabei por levantar-me e tirar a roupa. Não foi tarefa fácil, principalmente as calças que se colavam às minhas pernas. Mas o esforço compensou pois voltei para dentro da banheira, onde acabei por mimar um bocadinho a minha menina…Quando ouvimos a porta de casa a abrir, percebemos que estava na hora de sairmos, pois a Graça deveria ter regressado com o Rodrigo.
Saímos e vestimo-nos. Quando fomos para a sala, já a minha irmã nos esperava (ok, já esperava a Ana) com o Rodrigo a dar-lhe que fazer.
- Vou mandar um mail ao meu advogado por causa do caso do Tiago, enquanto ela te conta as novidades do Caracóis – sussurrei-lhe. Ela sorriu-me e eu voltei ao quarto.

(Ana)
- Então?
- Ai que susto! – reclamou a Carlota, que ainda não tinha dado pela minha presença. Ri-me e fui sentar-me ao pé dela.
- Como correu? – perguntei-lhe, indo direta ao assunto.
- Ele foi um parvo. Ok, eu alucinei e acabei por meter-me um monte de defeitos como “não gostar de crianças” e depois acabei com “Eu não quero ir para Madrid”.
- E ele?
- Ele disse um “ok” seguido do fantástico “Tenho de ir para o aeroporto. Xau”. Achas normal?
- Não foste sincera com ele! – atirei.
- E dizia-lhe o quê?!
- A verdade! Que não queres deixar Barcelona, mas que sobretudo não te sentes preparada para partilhares a casa com alguém!
- Isso não é verdade! – refilou.
- Não? – ela olhou-me.
- Ok, é! Mas a nossa relação está tão bem assim!
- Dizias-lhe isso!
- Sou cobarde! – deixou escapar.
- Isso é verdade… - provoquei. Ela respondeu-me com uma palmada no braço – Trataste do que te pedi?
- Yup! A María deve estar a ligar-te em pânico dentro de momentos.
- Obrigada.
Continuamos a conversar até que o meu telemóvel tocou.
- É a María – disse-lhe.
- Atende, atende, atende! – pediu entusiasmada.
- Sim? – atendi.
- Olá, Ana – disse a María com a voz desanimada.
- Olá! Passa-se alguma coisa? – perguntei, fingindo não saber de nada.
- É o batizado. A empresa de eventos diz que ocorreram imprevistos e que não poderão preparar a festa! O que faço agora?
- Tem calma – pedi – Fui eu que fiz isto. A festa vai ser no meu jardim.
- Ana…
- É a minha prenda como madrinha. Nem vale a pena refilares.
- Mas vais expor-te tanto!
- Vou nada. Agora relaxa e até amanhã!
- Até amanhã e obrigada!
Desliguei.
- E então? – perguntou a Carlota.
- Tudo perfeito! – contei entusiasmada.
- Eu sei que sou perfeito… - disse o Cesc entrando na sala e sentando-se ao pé de mim.
- Convencido! – gritamos em conjunto.
- Estavam a falar do batizado? Está tudo a correr como planeado?
- Tudo perfeito – voltei a repetir.
A D. Graça apareceu e conversámos um pouco sobre a viagem mas acabámos por ir todos jantar. No fim, o Cesc ainda me desafiou a ficarmos a ver um filme na sala, mas confessei-lhe que estava demasiado cansada e que certamente adormeceria no sofá. Decidimos ir para a cama e ver o filme lá, obviamente que nem cheguei a vê-lo durante 10 minutos. Estava exausta!

***
(Cesc)
Acordei com os sons que vinham de casa de banho. Corri para lá e encontrei a Ana debruçada sobre a sanita a vomitar. Ajudei-a a levantar-se e ela pediu-me que saísse enquanto lavava os dentes e a cara.
- Estás bem? – perguntei-lhe, quando a vi entrar no quarto.
- Sim. Foi só uma indisposição. É normal na gravidez – garantiu.
- Se tu o dizes, eu acredito – ela abriu um sorriso – Queres ir tomar o pequeno-almoço?
- Prefiro tomar um duche rápido primeiro.
- Posso fazer-te companhia? – ela olhou-me nada agradada com a ideia – Mesmo só companhia sem segundas intenções.
- Hum sendo assim pode ser.
Seguimos os dois para o nosso duche a dois mas bem calmo. Depois vestimo-nos e tomamos o pequeno-almoço no jardim, onde já preparavam tudo para a festa do batizado.
Almoçamos por ali e perto das duas da tarde começamos a preparar-nos, pois o batizado era apenas às 16h mas a Ana ainda queria passar por casa da María.
Estava já sentado no sofá, quando a Ana finalmente apareceu.
- Estou bem? – ouvia perguntar num tom inseguro.
- Bem? – perguntei estupefacto – Estás perfeita!
Ela corou e eu não resisti a rir-me. Como é que ela ainda ficava nervosa comigo passado quase um ano?
Levantei-me e dei-lhe o braço que ela agarrou. Seguimos para casa da María que andava nervosa com a cerimónia. A Ana tranquilizou-a e no fim perguntou pela pequena Ana:
- Onde anda a minha afilhada? – perguntou a Ana.
- Está no berço – respondeu-lhe a María.
Vi-a desaparecer pelo corredor e fiquei à conversa com o Juan, o marido da María.
Quando a Ana voltou, vinha com a afilhada ao colo.
- Ana… - repreendeu-a a María. Percebi que a Ana tinha vestido à afilhada o vestido que lhe tinha comprado.
- É lindo, eu comprei-o, está vestido e vamos para a igreja, sem mais discussões! – respondeu.
A Ana foi ajudar a pôr a afilhada no carro e depois seguimos para a igreja.
A cerimónia foi simples e curta e no fim seguimos todos para nossa casa. Muitos estavam surpresos, afinal estavam em casa de Cesc Fàbregas, eu mesmo! Fizemos tudo no jardim. obviamente que o Peti deliciava as crianças que faziam dele o seu brinquedo. Ao fim da tarde, toda a gente começou a dispersar, até ficar por fim a sós com a Ana. Ela estava novamente exausta, por isso, deitámo-nos cedo, visto que amanhã era o casamento do Andres e as mulheres iam todas a correr para a cabeleireira e sei lá mais o quê!

Um dia ultrapassado, mas e este casamento?
Haverá revelações repentinas?

Olá!
Estou muito feliz pois o capítulo anterior teve 8 comentários, o que já não acontecia há algum tempo! Um obrigada à Rita e à Catarina por me ajudarem na escolha do vestido do batizado ;)
Capítulo dedicado à Maria e as melhoras!
Continuem a comentar!

Beijo
Ana*

sábado, 25 de agosto de 2012

112 - "Não te preocupes que não te trouxe para aqui para te violar"


(Cesc)
Estava aliviado por ter corrido tudo bem. Mais do que as palavras da Ana mo dizerem, a sua alma dizia-mo. Via-a livre como nunca outrora. Parecia estar em paz. O que é que o Tiago podia ter-lhe dito?
- Cesc – chamou-me, o que me fez despertar das minhas reflexões – ele pediu que falasses com ele… Podes fazê-lo? Por mim?
Confesso que não esperava tal pedido. O que queria aquele gajo de mim? Mas quando era a Ana a pedir-me tudo mudava de figura. O impossível tornava-se apenas improvável.
- Por favor – tornou a pedir.
Respirei fundo. O que teria a perder?
- Ok, eu vou – concordei, sob o imediato sorriso que lhe surgiu no rosto.
- Obrigada – agradeceu.
- Até já – dei-lhe um beijo.
- Até já – disse-me, quando eu já estava a ser guiado por um guarda. Fui levado até a uma sala, onde o Tiago me esperava. O ambiente foi de imediato tenso, eu não tinha vontade de estar ali, enquanto ele parecia ter algo a fazer. Sentei-me à sua frente, sem nada dizer e esperei que tomasse a iniciativa:
- Eu e a Ana temos uma história muito longa e complexa – disse. Percebi que era apenas um resumo, mas eu não queria isso. E, por isso, encarei-o:
- Isso não me basta! – admito que a minha voz se elevou excessivamente – Conta-me tudo! – exigi – Por favor, conta-me algo que me faça deixar de te odiar.
Passei os minutos seguintes a ouvir o seu relato detalhado daqueles anos. Conseguia ser mais horrível do que eu julgava. Aquele Pedro era de facto uma besta que nem a porcaria do inferno merecia habitar. O Tiago tinha feito muito pela Ana, mas tinha borrado por completo a pintura com a agressão no Natal.
- Nada justifica o que fizeste à Ana no Natal – recusei-me – Todas as porcarias de traumas que tivemos de passar! – gritei, levantando-me pronto para sair.
- Tu farias o mesmo! – gritou-me. Voltei-me para ele indignado.
- Nós não somos iguais! – recusei furioso.
- Tu também o farias, caso contrário não mereces a Ana – atirou.
- Estás a dizer o quê?!
- Se a Ana morresse baleada e eu matasse o seu assassino, tu não farias qualquer coisa para me agradecer? – ao ouvir estas palavras acalmei-me e voltei a sentar-me – A Ana é…maravilhosa e arrependo-me de ter cedido às exigências do Pedro. Mas…era a Joana. Ela era tudo. E eu mereço cá estar. Porque eu tentei matar-te e fiz àquela porcaria à Ana. Eu arrependo-me e gostava de voltar atrás. Fico feliz por saber que vocês se casaram. Espero que estejas à altura dela. Não o digo por mal – salientou de imediato – Mas ela é especial. Gostava de ter a certeza que ela é feliz.
- Podes ter a certeza de que, no que depender de mim, ninguém será mais feliz do que ela.
- Obrigado – aquela palavra soou-me estranha. Ele estava agradecer-me por fazer a mulher que eu amava feliz. Fui puxando por ele e ele acabou por perder-se, contando-me as suas memórias com a Ana. Eles tinham sido…os melhores amigos – Como é o meu filho, o Rodrigo? – acabou por perguntar, fazendo uma pausa nas recordações.
- Não estive muito tempo com ele – confessei – É muito recente. Mas ele é…ativo, divertido.
- Ele já gatinha? – perguntou com a lágrima no canto do olho.
- Sim e já tenta pôr-se em pé, o que às vezes resulta em queda – contei.
- Tens fotos dele? A Ana já me mostrou, mas se tivesses mais…
- Claro.
Tirei o telemóvel do bolso e fui-lhe mostrando todas as fotos que tinha.
- Quem é? – perguntou quando lhe mostrei a foto da Carlota no jardim.
- É a minha irmã.
- E o menino ao lado?
- É o Pedro, o filho do Alexandre, irmão da Ana – esclareci.
Ele respirou fundo e vi nele quase a mesma paz que vi na Ana.
- Ainda bem que tudo se está a encaminhar. Fico aliviado por saber que apesar de toda a porcaria que fiz, eles estão felizes.
Não fui capaz de dizer nada, apenas assenti com a cabeça. Percebi que o que lhe faltava para estar plenamente em paz era o mesmo que me faltava a mim.
- Eu perdoo-te, Tiago – disse-lhe. Ele olhou-me surpreendido e descrente – Tu mereces o meu perdão. Eu preciso de to dar e tu precisas dele.
- Obrigado – agradeceu emocionado.
Ele era bom. Ele…era humano e errava.
- Sabes na noite em que quase morri – percebi que aquele assunto o incomodava – por segundos não tive pena ou medo de morrer – ele olhou-me indignado – A Ana sempre me evitou – recordei – Andei tanto tempo a tentar percebê-la, a perceber o seu passado. Era tão difícil e eu nada sabia sobre ele. A Ana não se aproximava de mim, nem me deixava aproximar… Naquela noite, ela disse com todas as letras que me amava. Eu senti que o custo daquele amor era a minha morte e, sinceramente, estava disposto a pagar esse preço. A Ana é feliz, eu sou feliz. Neste momento estamos numa fase muito boa e…tu também mereces o perdão, uma nova oportunidade. Eu perdoo-te. De verdade.
Por mais impossível que pareça, levantámo-nos e abraçámo-nos. Ele transbordava de gratidão e paz. Despedimo-nos e eu acabei por sair. A Ana estava sentada numa cadeira, bastante tranquila. Quando me viu, levantou-se curiosa.
- Então? – perguntou.
- Ele é uma grande pessoa – ela abriu um sorriso maravilhoso – Eu perdoei-o – contei. Ela ficou abismada.
- Estás a falar a sério? – perguntou com entusiasmo.
- Sim, estou.
Ela abraçou-me fortemente.
- Obrigada, obrigada, obrigada – agradeceu-me – Gostava que houvesse solução para a pena dele.
- Eu vou falar com o meu advogado – prometi.
Ela olhou-me, sorrindo e beijou-me.
- E agora? – perguntei.
- Agora quero voltar a Barcelona – confessou.
- Desejos que são ordens! – brinquei.
Saímos dali de mãos dadas. O dia estava bonito em Braga.
- Bem, vou tratar da nossa partida – disse-lhe, pegando no telemóvel. Após uns minutos de internet, reservei dois bilhetes para o fim da tarde – Já tenho bilhetes. Partimos às 18h portuguesas.
- Sim, mas eu já almoçava – confessou.
- Já somos três – disse, levando a minha mão à sua barriga.
- Então vamos almoçar – disse com um sorriso brindado por um beijo.
- Onde? – perguntei.
- Vamos até ao centro da cidade. Há um restaurante fantástico.
Apanhámos um táxi e rapidamente estávamos no nosso destino. Era um restaurante bastante acolhedor. A Ana tratou dos nossos pedidos, sem me dar hipótese de escolha. Admito que o aspeto era ótimo e o sabor ainda melhor.
- Afinal o que é? – perguntei.
- Especialidade portuguesa: bacalhau.
- Lá também se come – protestei.
- Sim, come-se tanto bacalhau na Catalunha como paella em Braga! Mas admite que isto é fenomenal.
- Sem dúvida alguma! Delicioso!
A Ana olhou o relógio.
- Ainda temos 5 horas até ao voo. E se fôssemos um pouco mais longe? – propôs.
- Ui… Queres ir onde?
- Viana do Castelo.
- Não conheço – admiti.
- Então, vais adorar conhecer.
Pagámos e apanhámos de novo um táxi rumo a Viana. Fiquei logo rendido quando avistamos o rio, ao passarmos sobre a ponte.
- Uau…
- É o Rio Lima. Desagua ali – apontou para o horizonte.
Andamos mais alguns metros até deixarmos o táxi.










- Onde estamos? – perguntei desorientado.
- É a estação de comboios e aqui – apontou para a esquerda – é um modesto centro comercial.

- Comparativamente ao de Barcelona…
- Sim sim, mas não viemos aqui ver o shopping! – fez uma pausa – Ou viemos… - disse, parecendo ter algo em mente. Puxou-me pela mão e entramos. Subimos os dois andares e tínhamos o shopping de olhos em nós e então quando passámos em frente à loja de desporto…
- Os fãs – sussurrou a Ana para si – Esqueci-me. Bem – falou num tom mais elevado – nós precisamos de 3 minutos e já voltamos – prometeu aos que nos rodeavam – Organizem-se em grupos de no mínimo 4/5 pessoas para ser mais fácil. Ainda queremos ver um pouco da cidade.
As pessoas pareceram tranquilas e satisfeitas com a resposta da Ana. Ela continuou a puxar-me e fomos até a uma espécie de esplanada no exterior do edifício e…uau, que vista!

- Isto é lindo… - admiti.
- Eu disse-te.
Ficamos a observar toda aquela beleza alguns minutos mas depois voltamos para o interior. Estivemos com os meus fãs e entre fotografias, beijos e autógrafos acabamos por demorar cerca de meia hora. Saímos do edifício e começamos a caminhar por ruas estreitas e antigas.
- Não te preocupes que não te trouxe para aqui para te violar – brincou.
Continuamos a andar e chegamos a uma pequena praça.

Aquilo era especial. Tão natural. Os edifícios eram baixos e permanecia a sua história e modelos antigos. Era uma cidade encantadora. Não havia prédios, nem confusão nem ruído insuportável. Continuamos a nossa caminhada e chegamos ao ponto que mais me fascinou: os jardins daquela cidade eram obras de arte!

- Isto é tão bonito! É uma cidade encantadora!
- É realmente bonita – concordou – Mas a nossa Barcelona também tem os seus encantos. Acho melhor voltar ao táxi…
Seguimos abraçados pela marina. Adorava aquilo…e já estávamos de partida!

Seguimos para o táxi, que nos levou ao aeroporto da cidade do Porto. Após pouco mais de uma hora estávamos de novo em casa…

Seguem-se o batizado de Antonio, o casamento de Iniesta e a comunhão da prima de Cesc… Emoções a mais para este casal? Emoções a mais para esta gravidez?

Olá!
Mais um capítulo e desta vez com um pouco da maravilhosa cidade de Viana do Castelo. Só tenho pena de não ter encontrado melhores fotos dos jardins (pois estas não ilustram em nada tal beleza). Se tiverem oportunidade visitem Viana! Já dizia Amália “Havemos de ir a Viana” ;)
Deixem os vossos COMENTÁRIOS!

Beijo
Ana*